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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

ETIQUETAS PARA MATERIAL ESCOLAR







domingo, 29 de novembro de 2009

RCNEI - Resumo Eixo Comunicação Oral e Escrita



Objetivos de 0 a 3 anos

Participar de variadas situações de comunicação oral;
Interessar se pela leitura de histórias;
Familiarizar se com a escrita por meios de livros, revistas, história em quadrinhos.Etc...


Conteúdos de 0 a 3 anos


Uso da linguagem oral para conversar, relatar suas vivência e expressar desejos, vontades, necessidades. Participação em situações de leitura de diferentes gêneros feita pelos adultos. Participação em situações cotidianas nas quais se faz necessário o uso da escrita. Observação e manuseio de materiais impressos.


Orientações Didáticas

As diversas situações cotidianas que o adulto fala com/ou perto da criança, permitem que a criança conheça e apropria-se do universo discursivo.
O professor tem de manter sempre um diálogo com o bebê e criança.
O adulto tem de utilizar a fala de maneira clara sem infantilizar ou imitar o jeito da criança.
O Professor pode se apropriar de varias maneiras para estimular a linguagem em sala, através da música, do canto e a escuta de histórias.
O professor pode orientar os pais, para compartilhar essa nova descoberta da criança em casa.
O professor deve ampliar as condições da criança de manter-se no próprio texto falado. Para tanto, deve escutar a fala da criança, deixando-se desenvolver por ela.
O professor pode funcionar como apoio ao desenvolvimento verbal das crianças.
O professor tem um papel importante de “evocador” de lembranças.
A tarefa da educação infantil é ampliar e ser continente da fala das crianças para que ela se torne competente como falante.

Avaliações de 0 a 3 anos

A avaliação deve ser continua.
Deverá constituir-se em instrumento para a reorganização de objetos, conteúdos, procedimentos, atividades e como forma de acompanhar e conhecer cada criança e grupo. A observação cuidadosa sobre cada criança e sobre o grupo.
A expressividade do movimento e sua dimensão instrumental.
Experiências prioritárias para a aprendizagem do movimento realizada pelas crianças.

Objetivos de 4 a 6 anos

Ampliar suas possibilidades de comunicação e expressão.
Familiarizar-se com a escrita por meio de livros, revistas e outros textos.
Escutar textos lidos, pelo professor.
Interessar-se por escrever palavras e textos.
Reconhecer seu nome escrito.
Escolher os livros para ler e apreciar.

Conteúdos de 4 a 6 anos

Falar e Escutar; Práticas de Leitura; Práticas de Escrita.

Orientações Didáticas

Ambiente alfabetizador.
Promover situações de usos reais de leitura e escrita nas quais as crianças tenham a oportunidade de participar.
Preparar convites para as reuniões de pais.
Participação das crianças nos eventos de letramento.
Práticas de textos de literatura geral e infantil.
Escolha de um tema para trabalhar com projetos e objetivos.

Avaliação de 0 a 3 anos

A avaliação é um importante instrumento para que o professor possa obter dados sobre o processo de aprendizagem de cada criança.
A avaliação deve se dar de forma sistemática e contínua ao longo de todo o processo de aprendizagem.
As situações de avaliação devem se dar em atividades contextualizadas para que se possa observar a evolução das crianças. A observação é o principal instrumento para que o professor possa avaliar o processo de construção da linguagem pelas crianças.
São consideradas experiências prioritárias para as crianças de zero a três anos a utilização da linguagem oral para se expressar e a exploração de materiais escritórios. O professor pode também observar se a criança reconhece e utiliza gestos, expressões fisionômicas e palavras para comunicar-se e expressar-se; se constitui um repertório de palavras, frases e expressões verbais para fazer perguntas e pedidos; se é capaz de escutar historias e relatos com atenção e prazer etc.

Avaliação de 4 a 6 anos


Participação de conversas, utilizam diferentes recursos necessários ao diálogo, interessando-se pela leitura e para ouvir histórias.Ampliaram seu vocabulário, incorporando novas expressões e utilizando expressões de cortesia.Na leitura, as crianças pedem para que o professor leia, fazem comentário sobre o que leram e escutaram, recomendam a leitura que os interessou aos companheiros.
Quanto a Pratica de escrita e de produção de textos, se interessam por escrever seu nome e o nome das outras pessoas. Mesmo sem a exigência e que as crianças estejam alfabetizadas ao seis anos, todos os aspectos envolvidos no processo da alfabetização deve ser considerados.

DRAMATIZAÇÃO: O CICLO DA ÀGUA


DRAMATIZAÇÃO: O CICLO DA ÀGUA

PERSONAGENS:
A água
O ecologista
O sol
várias crianças


DESENVOLVIMENTO


1ª Personagem — Uma menina representando a Água

FALA:
— Há, como é triste ser Água...!
— Fui feita para matar a sede, limpar, lavar, repor energia, dar vida!
— Vejam como estou agora:
* Fraca, cada vez mais poluída, indefesa.
— Não sei o que fazer!

2 ª Personagem – Um menino, representando um Ecologista

FALA:
— É amiga Água, tenho brigado muito para te defender, mas são poucos os que me escutam. Alguns homens se reúnem, discutem, falam em te proteger, que estão preocupados em evitar que te maltratem tanto, que acabes sumindo da terra, mas são muitos, os que não estão, nem ai para você.
— Não fique triste minha amiga, eu vou continuar lutando para despertar nos homens, a consciência pela tua importância. Mostrar para eles que sem você é impossível a vida na terra, para qualquer ser vivo.
3ª Personagem – (Menino ou menina) O Sol
FALA:
— É, eu estou decepcionado com a humanidade.
— Agora, com a escassez de água, tenho que aumentar o meu calor.
— Não consigo me controlar.
— Estou fazendo mal a terra, sem querer.
2ª FALA DA ÁGUA
— Vejam meus amigos, já não consigo nem sequer seguir meu ciclo normalmente, pois falta EU, a água, muitas vezes...
— Eu tenho que estar nos corpos para sair no suor.
- Eu tenho que estar nas plantas e nos animais, para sair em vapor
- Tenho que subir para a atmosfera, ser aquecida pelo meu amigo SOL, virar nuvens fofinhas.
--Tenho que ficar geladinha, pesada, tão pesada que desça de lá como chuva. Ah, como é gostosa essa brincadeira, traz vida e felicidade aos seres vivos.
— Por favor!!! Cuidem de mim, eu não quero acabar, e chora.

RETORNAM AO PALCO: O SOL, ECOLOGISTAS E OUTROS PERSONAGENS.

Ao redor da água, começam a cantar:

A Água é minha amiga
Com ela posso contar
Pra lavar e tomar banho
E minha sede matar
Vamos todos protegê-la
E a natureza preservar
Resgatar suas nascentes
Para ela não faltar
Não fique triste amiga Água
De você vamos cuidar
Conscientizar a humanidade
Para a vida que nos dás



Três dicas para proteger a água
1ª Não deixar a torneira aberta enquanto escovar os dentes;
2ª Não demorar no banho;
3ª Não desperdiçar água ao lavar carros e calçadas.

Você Sabia?
Que lavar roupa em um tanque por 15 minutos, consome 135 litros de água?Solução: Juntar roupa na água para lavar de uma só vez e enxaguar todas ao mesmo tempo sem a torneira o tempo todo aberta.
Escovar os dentes em 5 minutos com a torneira aberta, gasta 80 litros de água?
Solução: Se fechar a torneira enquanto escova os dentes. Economiza-se 79 litros de água.
Um banho de chuveiro de 30 minutos consome 243 litros de água?
Solução: Fechando o registro enquanto nos ensaboamos, gastaremos apenas 81 livros de água.
Lavar a louça por 15 minutos com a torneira aberta, gasta 243 litros de água?
Solução: Fechar a torneira para ensaboar a louça, gasta-se 20 litros de água.
Fonte: professoressolidarios@googlegroups.com

Teatro: A estrelina mágica (Roberto Villani)


1 ESTRELINHA
3 ÁRVORES
1 FABRICANTE DE BONECOS
1 NEGOCIANTE DE BRINQUEDOS
BONECOS

ATO ÚNICO
Cena 1

Ao início, doze crianças entram no palco e formam três grupos de quatro crianças. Esses grupos se colocam no palco da seguinte maneira: 1 grupo à direita, outro ao centro e o outro à esquerda.
Todas as crianças abaixam-se, com os joelhos no chão e a cabeça inclinada sobre as coxas. Ouve-se então, música suave. As crianças começam uma expressão corporal imitando o nascimento da árvore. Erguem-se lentamente e, com os braços imitando galhos, colocam-se de pé imitando árvores, imóveis.
De repente, entre as ÁRVORES aparece a ESTRELINHA.

ESTRELINHA (com expressão de tristeza, canta – usar a melodia de “Ciranda-cirandinha”):
Eu sou uma estrelinha
Muito triste, do espaço.
Mas na Terra estou perdida
E agora, o que eu faço?

ÁRVORE 1 (estática, canta):
Se você é estrelinha,
Nós já vamos animá-la.
Mas é pena não podemos
Nunca, nunca acompanhá-la.
ESTRELINHA: Por que?

ÁRVORE 2: Não podemos sair do lugar...

ÁRVORE 1: Se você se afastar um pouco, ficará longe de nós...

ESTRELINHA: Ora, mas eu posso resolver esse problema. Afinal, estamos no Natal!

ÁRVORE 2: E isso faz diferença?

ESTRELINHA: Claro! No Natal eu fico com poderes mágicos. Você querem ver?

ÁRVORE 1: Se é isso que você quer...

ESTRELINHA: Pois muito bem. Aprontem-se. Vou dizer a minha palavra mágica. (Fala bem alto movimentando bastante os braços): Balabadim, a minha mágica é assim! (e as ÁRVORES começam a saltitar e a correr, como humanas).

ÁRVORE 2 (abraça a ESTRELINHA): Você é maravilhosa!

ÁRVORE 1 (Muito alegre):
Como é gostoso Estrelinha,
A gente poder andar.
Felizes estão amiguinhas
Vamos todos dançar.
Ao ritmo de música bem alegre, todas dançam, felizes. Depois...

ÁRVORE 3: Venha, estrelinha. Vamos levá-la à casa dos bonecos.

E todas deixam o palco, alegres.
Cena 2

Entra o FABRICANTE DE BONECOS. Triste, ele canta (usar a melodia de “Terezinha de Jesus”)

FABRICANTE:
Mas que triste, triste estou,
Que terrível situação.
Ninguém compra meus bonecos
E já estou sem um tostão.

Cabisbaixo, o FABRICANTE senta-se num canto, em silêncio. Então, surge o NEGOCIANTE DE BRINQUEDOS.

NEGOCIANTE (áspero, fala ao FABRICANTE): Vim devolver os seus bonecos. Eles não tem vida...

FABRICANTE: Eu já esperava por isso. Ninguém mais quer meus bonecos... E eu os fabriquei especialmente para este Natal...

NEGOCIANTE (canta – usar a melodia “Atirei o pau no gato”):
Seus bonecos não tem vida-da,
Seu trabalho-lho foi em vão-vão-vão...
Aconselho-lho que se aposente-te
Para o bem, para o bem desta Nação. (e deixa o palco).

Cena 3

Neste momento, entram a ESTRELINHA e as 3 ÁRVORES.

ÁRVORE 1: Estrelinha, este é o famoso Fabricante de bonecos.

ESTRELINHA: Como vai “seu” Fabricante de bonecos?

FABRICANTE: Mal, muito mal. Ninguém quer os meus bonecos...

ÁRVORE 2: Mas o senhor não é famoso?

FABRICANTE: Não sou mais. Todos dizem que meus bonecos não tem vida...

ÁRVORE 3: E o Natal? As crianças ficarão tristes sem seus bonecos...

FABRICANTE: Infelizmente, eu nada posso fazer...

ESTRELINHA: Mas eu posso! (e canta – usar a melodia de “A canoa virou”)
Resolver o seu problema
Vai ser fácil para mim.
Vou dar vida aos seus bonecos,
Vou falar Balabadim.

FABRICANTE: Mas o que é Balabadim?

ESTELINHA: Balabadim é uma palavra mágica. Traga seus bonecos e eu mostrarei como se faz.

O FABRICANTE bate palmas e os BONECOS entram com a seguinte postura: corpo curvado para frente, braços caídos, soltos, cabeça baixa, andar lento e cambaleante. Espalham-se pelo palco, mais ou menos em semicírculo e ficam imóveis, na postura indicada.

ESTRELINHA (coloca-se à frente dos BONECOS e, com movimentos de braços, exclama): Balabadim, a minha mágica é assim!

Os BONECOS colocam-se eretos, soltos, alegres. E cantam (melodia “mulher rendeira”):
Olá, já temos vida!
Olá, vida já temos!
Somos todos bons bonecos,
Bom dinheiro então valemos...

Cena 4

Sob o ritmo de música bem alegre, todos dançam, inclusive o FABRICANTE, a ESTRELINHA e as ÁRVORES. Enquanto eles dançam, volta o NEGOCIANTE que, surpreso, observa tudo. Ao final da música...

NEGOCIANTE (entusiasmado): Compro todos os bonecos. Agora eles têm vida!

TODOS (muito alegres): Viva!!!!

NEGOCIANTE (para os BONECOS): Queridos bonecos, acompanhem-me! Vamos alegrar as crianças neste Natal (e deixa o palco seguido pelos BONECOS).

A ESTRELINHA põe-se então triste.

FABRICANTE (aproxima-se dela): O que faz você triste, meu bem?

ESTRELINHA: Estou perdida no Espaço. Não sei mais o caminho de volta...

FABRICANTE: Pois então, alegre-se! Eu vou mostrar para você o caminho de volta. Espere um pouquinho só. (e sai).

ÁRVORE 1: Ele tem um montão de mapas.

ÁRVORE 2: Mapas muito velhos.

ÁRVORE 3: Talvez ele tenha o mapa do lugar...

ESTRELINHA: Engraçado, eu gosto muito dele... e nem sei o seu nome...

ÁRVORE 1: Também não sabemos. Mas as crianças costumam chamá-lo de Noel...

FABRICANTE (com um grande mapa nas mãos): Este mapa é tão velho quanto o mundo. (Com movimentos exagerados, coloca o mapa no chão e debruça-se sobre ele): Venham ver.

ESTRELINHA (examina, atentamente, o mapa):Deixe-me ver... 9dá um salto de alegria) É aqui! (mostra no mapa) Eu moro aqui, neste pedaço do céu...

FABRICANTE: Eu sabia. Os meus velhos mapas não falham!

ESTRELINHA (um tanto triste): Adeus, amigos! Chegou a hora de eu partir... (abraça todos e deixa o palco, sempre acenando adeuses e beijos).

NEGOCIANTE (apontando): Lá está ela! E como brilha!

FABRICANTE (emocionado): Sim, é a minha ESTRELINHA MÁGICA!

Então todos cantam (melodia da “Estrela Dalva, no céu desponta...”) enquanto acenam para o alto:
A estrela Dalva, no céu desponta,
E a lua anda tonta com tamanho esplendor...
E as pastorinhas, pra consolo da lua,
Vão cantando na rua lindos versos de amor...

FIM

Como fazer chapéu de formatura?



CHAPÉU DE FORMATURA - COMO FAZER
PASSO A PASSO

1. Para fazer 6 chapéus de formatura, corte uma cartolina grande (papel cartão) em 6 quadrados e 6 tiras
2. Desenhe uma série de V em cada tira. O V - deve ir cerca de metade da largura.
3. Cortar fora cada V - desenhado na tira. Dobre a tira ao meio (ao longo da linha pontilhada).
4. Forme um círculo com a tira. Deixe a parte chanfrada, virada para dentro do círculo. Ajuste o tamanho para caber na cabeça da criança. Cole as extremidades.
5. Cole a parte chanfrada do círculo na parte de cima do chapéu.
6. Para fazer o pingente, enrole um fio cerca de 5 ou 6 vezes em torno de um pedaço de cartão
1. Retire os fios com cuidado do pedaço de cartão.
Enrole um fio na extremidade superior e amarre firmemente.
Deixe um fio comprido para prender no centro do chapéu.
7. Corte a outra extremidade do pendente, deixando os fos soltos.
1. Passe o fio comprido por um furinho no centro do chapéu.
Vire o chapéu e dê um nó na extremidade do fio (dentro do chapéu).
8. Está pronto!


Capelo é uma palavra de origem latina que significa chapéu.
A evolução da palavra é assim demonstrada:
Chappellum > Capellu > Capelo > Chapéu.

Na passagem do latim popular para o português, o C inicial evoluiu para CH.
Atualmente, designa tipos variados de chapéus:
1. Capuz usado pelos frades;
2. Antiga touca de viúvas ou freiras;
3. Chapéu usado pelos universitários nas cerimônias de colação de grau;
4. Chapéu usado por cardeais e arcebispo na Igreja Católica;

O capelo nas cerimônias de colação de grau

O capelo de formatura geralmente apresenta uma forma quadrada no topo, de onde sai um cordão pendente. Fixa-se na cabeça, através de uma espécie de carneira voltada para o exterior e que envolve o topo da cabeça, passando pela testa.
É de uso obrigatório nas cerimônias de caráter oficial das faculdades e universidades nas solenidades de concessão de grau, outorgas, posse, transmissão de cargo e na presença de autoridades. Ele representa o poder temporal, fazendo uma analogia com o símbolo da coroa real.
Nas cerimônias de formatura, o capelo é usado por quem recebe e por quem outorga o grau. O capelo do formando deve ser na cor preta; o reitor usa o capelo na cor branca.
9. Fonte: Wikipedia e ZoomWhalles

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Algumas descobertas sobre a construção de conhecimentos matemáticos pelas crianças


As hipóteses que as crianças formulam sobre os números


Estudos recentes revelam que um bom ponto de partida do trabalho com números é exatamente a reflexão sobre “para que servem os números”. As funções dos números (cardinal, ordinal e código) podem aparecer em atividades em que os alunos possam reconhecer e utilizar o número como memória de quantidade - que permitem evocar uma quantidade sem que esta esteja presente, o que corresponde ao aspecto cardinal; ou ainda como memória de posição, que permite evocar um lugar numa lista ordenada, o que corresponde ao aspecto ordinal; ou ainda em situações em que o número aparece como “o nome”, como o número do telefone, o da placa de um carro, o número do RG, o que corresponde ao aspecto de código. Outra função do número é antecipar um resultado para situações em que dispõem de algumas informações.
Nesse caso, os alunos vão utilizar estratégias de contagem ou de cálculo. Para a elaboração de suas seqüências de atividades, é importante que o professor conheça resultados de investigações que dão pistas importantes para a compreensão dos processos de ensino e aprendizagem. Dentre elas, destacam-se as que evidenciam que as crianças constroem hipóteses sobre as escritas numéricas a partir de seu contato com números familiares ou aqueles que são freqüentes. Dentre os números familiares estão os que indicam o número de sua casa, de seu telefone, do ônibus que utiliza, a data de seu aniversário etc. Os números como os que indicam o ano em que estamos (2007, 2008,..), ou o dia do mês (15, 18, 31), ou os canais de televisão são números freqüentes, comuns na vida das crianças. Com base nesse conhecimento ela vai se apropriando de outros também freqüentes, como 10, 20, 30, 40, 50,... ou 100, 200, 300, 400, 500... Hoje, sabemos que as crianças são capazes de indicar qual é o maior número de uma listagem, mesmo sem conhecer as regras do sistema de numeração decimal.
Observam a quantidade de algarismos presentes em sua escrita e muitas vezes afirmam, por exemplo, que 845 é maior que 98 porque tem mais “números”. As crianças afirmam que, “quanto maior é a quantidade de algarismos, maior o número. Este critério de comparação funciona mesmo se elas não conhecem “o nome” dos números que estão comparando. Ao cotejar 68 e 86, as crianças afirmam que o 86 é maior porque o 8, que vem primeiro, é maior que 6, ou seja, se a “quantidade” de algarismos é a mesma, “o maior é aquele que começa com o número maior, pois o primeiro é quem manda”. Embora não percebam o agrupamento, elas identificam que a posição do algarismo no número cumpre papel importante no nosso sistema, isto é, o valor que um algarismo representa, apesar de ser sempre o mesmo, depende do lugar em que está localizado em relação aos outros algarismos desse número.
Alguns alunos recorrem à justaposição de escritas para escrever números, e as organizam de acordo com a fala. Assim, muitas vezes, eles representam o 546, podem escrever 500406 ou 50046. As crianças afirmam que “escrevem do jeito que se fala”. Quando a criança produz a escrita numérica em correspondência com a numeração falada, pode escrever de forma não-convencional. Mas quando comparam suas escritas numéricas com as de outros colegas, por exemplo, estabelecem novas relações, refletem sobre as respostas possíveis e os procedimentos utilizados, validando ou não determinadas escritas. É no decorrer desse processo que começa a surgir a compreensão das regularidades do sistema de numeração.
:: fonte: site Educarede

RCNEI - Resumo Eixo Natureza e Sociedade


Objetivos de 0 a 3 anos

Explorar o ambiente, para que possa se relacionar com pessoas, estabelecer contato com pequenos animais, com plantas e com objetos diversos, manifestando curiosidade e interesse.

Objetivos de 4 a 6 anos

Interessar-se e demonstrar curiosidade pelo mundo social e natural, formulando perguntas, imaginando soluções, manifestando opiniões próprias e confrontando idéias;
Estabelecer algumas relações entre o modo de vida característico de seu grupo social e de outros grupos;
Estabelecer relações entre o meio ambiente e as formas de vida que ali se estabelecem.

Conteúdos de 0 a 3 anos

Participação em atividades que envolvam histórias, brincadeiras, jogos e canções que digam respeito às tradições culturais em geral;
Exploração de diferentes objetos e suas propriedades;
Contato com pequenos animais e plantas;
Conhecimento do próprio corpo por meio do uso e da exploração de suas habilidades.

Conteúdos de 4 a 6 anos

Organização dos grupos e seu modo de ser, viver e trabalhar;
Os lugares e suas paisagens;
Objetos e processos de transformação;
Os seres vivos;
Os fenômenos da natureza.

Orientação didática de 0 a 3 anos

A observação e a exploração do meio são as principais possibilidades das crianças aprenderem. As crianças devem ter liberdade para manusear e explorar os diferentes tipos de objeto.

Orientação didática de 4 a 6 anos

O professor deve partir de perguntas interessantes, em lugar de apresentar explicações, considerando os conhecimentos das crianças sobre o assunto;
As crianças também apresentam mais facilidade de aprendizado quando fazem coleta de dados com outras pessoas e/ou têm experiência direta com o meio.

Orientações Gerais para o professor

O professor deve partir de perguntas interessantes, em lugar de apresentar explicações, de passar conteúdos utilizando didáticas expositivas.
Leitura de imagens e objetos: as imagens produzidas pelos homens, como desenhos, mapas, fotografias, pinturas, filmagens, etc., além dos objetos, são recursos inestimáveis para obter inúmeras informações. É importante que a criança aprenda a “ler” esses objetos e imagens. Objetos antigos que pertencem às famílias, exposições de museus, vídeos, filmes, programas de televisão são poderosos recursos para se analisar como viveram pessoas de outras épocas e grupos sociais. Leitura de livros, revistas e enciclopédias também.

Avaliação de 0 a 3 anos

A criança deve participar de atividades que envolvam a exploração do ambiente imediato e a manipulação de objetos;
Nessa fase, o método de avaliação é a observação. O registro é a fonte de informação sobre as crianças, em seu processo de aprender, e sobre o professor, em seu processo de ensinar.

Avaliação de 4 a 6 anos

O professor deve desenvolver atividades variadas relacionadas a festas, brincadeiras, músicas e danças da tradição cultural da comunidade;
Devem ser promovidas situações significativas de aprendizagem para que as crianças exponham suas idéias e opiniões e devem ser oferecidas atividades que as façam avançar nos seus conhecimentos.

Considerações gerais sobre avaliação

O momento de avaliação implica numa reflexão do professor sobre o processo de aprendizagem. A avaliação não se dá somente no momento final do trabalho, é tarefa permanente do professor. A prática de observar as crianças indica caminhos para selecionar conteúdos e propor desafios. O registro é o acervo de conhecimentos do professor que lhe possibilita avaliar as crianças propondo novos encaminhamentos. Com as atividades praticadas elas poderão conhecer e aprender a valorizar sua cultura.

MODELOS DE CATAVENTO


RECADINHOS AOS PAIS





Reunião de Professores - Texto para reflexão


A floresta ameaçada

(Chico dos Bonecos – Adaptação: Maria Irene Pereira Vale)

Os bichos da Brejaúva viviam contentes na floresta. A natureza era boae esbanjava saúde.
Mas... Alguma coisa estranha começou a acontecer. As árvores eram derrubadas e os rios estavam imundos. E os bichos? Os bichos viviam brigando e não conversavam uns com os outros.
Então... Alguns bichinhos tomaram uma atitude: convidaram a bicharada da floresta da Brejaúva para "Um grande encontro geral". Tico-tico, Marreco, Sapo, Coelho, todos saíram por aí avisando, convidando, anunciando...
No dia marcado para a reunião, na hora marcada, no local marcado (debaixo da enorme paineira), começou a reunião:
_ Esta floresta está muito esquisita! Precisamos acabar com essa esquisitice e fazer dessa floresta uma festa!
Assim começou o "Grande encontro geral". A conversa estava muito animada mas logo começou uma confusão danada! Cada bicho tinha uma mania!
A Onça só quer mandar em todo mundo.
O Papagaio só fala, fala sem parar e não fala nada que se aproveite.
O Boi é aquela molezazaza.. . Pesadão, sossegado, paradão, tranquilo. Não sabe da força que tem. Fica remoendo as idéias. Demora uma eternidade para falar alguma coisa.
A Preguiça encosta numa pedra e puxa aquela soneca...
O Cavalo é uma brutalidade! Dá coices sem parar!
A Coruja nunca dá opinião. Está sempre de cara feia, mas presta uma atenção...
A Borboleta não pára quieta. Pula de um assunto para o outro. Não sabe o que está acontecendo na reunião, colhendo apenas o que já está pronto.
O Macaco sempre fazendo macaquices, tempo todo...
O Pavão fica sempre de leque aberto. Considera-se o mais bonito, o mais inteligente, o sabe tudo. Só quer aparecer.
A Cobra traiçoeira, perigosa, esperta e oportunista. Envenena o grupo. Está sempre fazendo fofoca.
O Gato fica em cima do muro. Mia... Mia... Não decide por uma posição. É covarde e está sempre na tocaia.
O Pombo sempre de conversinhas com o colega do lado.
O Urubu só vê carniça. É pessimista e descrente. Só quer ver o grupo morrer. Não acredita que propostas de modificações surtam efeito.
A Galinha d'angola não acredita em si mesma. O seu lema é "tô fraco... tô fraco..."
O Pato só quer sombra e água fresca. Não se envolve com nada e não quer saber de nada.
A Cigarra é omissa. Só gosta de cantar e está sempre na sua. O mundo pode acabar que ela não se preocupa.
O Leão é o todo poderoso, o rei de todos. Domina o grupo e faz tudo sozinho. Quando urra, todos se calam.
O Ratinho fica escondido pelos cantos. Tem medo dos outros animais. Sempre calado, se sente inferior.
A Hiena não tem opinião própria. Puxa o maior saco do leão e só gosta de quem está no poder.
A Lagartixa concorda com tudo com a cabeça. Quando diz alguma coisa, fala: "É isto mesmo".
A Formiga trabalhadora e ativista. Faz muita coisa, mas sem pensar. Não planeja e nem avalia. Vive abarrotada de serviço.
Amigo e amiga, responda com exatidão: Como pode essa bicharada chegar a uma conclusão?
Essa reunião atrapalhada, sem mão nem contramão, vai virar uma bananada, vai trazer chateação!

Responda com urgência! Chega de confusão! Como pode a bicharada resolver a situação?
Com qual(is) desse(s) bichos você se identifica?

TEATRO Os três porquinhos


Narrador 1: Contam que antigamente, no tempo em que porco era gente moravam na floresta três gordo porquinhos: linguiça, salsicha e torresmo.

Narrador 2: A vida para eles era pura alegria. Um dia, resolveram construir uma casa para morar, pois descobriram que ali por perto havia um lobo muito mal.

Narrador 1: Então saíram caminhando pela floresta procurando um lugar para construir suas casinhas. No caminho eles iam cantam:

Música dos três porquinhos:

Quem tem medo do lobo mau, lobo mau, lobo mau...
Quem tem medo do lobo mau, lobo mau, lobo mau...

Narrador 1: Linguicinha, já cansado de andar, encontrou palhas secas pelo caminho e resolveu construir sua casa ali mesmo.

Linguicinha: Vou construir minha casa de palha, assim acabo rapidinho e terei muito tempo para brincar e cantar.

Narrador 2: Salsicha e torresmo continuaram pelo caminho e cantando alegremente até que a poucos metros da casa de linguicinha salsicha encontrou um homem distribuindo pedaços de madeira e teve logo uma idéia:

Salsicha: vou fazer a minha casa de madeira, pois quero ter uma casa bem bonita sem gastar muito o meu tempo.

Narrador 1: Torresmo como era muito preocupado e o mais responsável demorou a achar um bom lugar para construir sua casinha. Assim que encontrou decidiu:

Torresmo: quero uma casa sólida e segura, por isso vou fazê-la de tijolos.

Narrador 2: e torresmo ficou dias e dias trabalhando na sua casinha.

Narrador 1: O lobo, que vivia morto de fome, começou a sentir cheiro de suculentos porquinhos e saiu pelo caminho farejando e cantando:


Música do lobo:

Eu sou lobo mau, lobo mau, lobo mau
Eu pego os porquinhos pra fazer mingau!


Narrador 2: de repente, o lobo avistou um acasinha de palha com cheiro de porquinho fresquinho

Lobo: Porquinho, ó porquinho! Abra esta porta ou eu derrubarei.

Linguicinha: Vá embora seu lobo, que a porta não vou abrir.

Narrador 1: O lobo, então encheu o peito de ar e deu um sopro bem forte , e a casa do linguicinha foi pelos ares

Narrador 2: Lingucinha fugiu bem depressa para a casa de salsicha e avisou-lhe que o lobo estava vindo atrás dele.

Lobo: Oba! Ao invés de um porquinho agora eu tenho dois para comer!
Abram logo esta porta, seus porquinhos! (lambendo os beiços)

Os dois porquinhos: Nós na abriremos (falam tremendo de medo)


Narrador 2: O lobo, então encheu o peito de ar e deu um sopro bem forte , e a casa do Salsichinha foi pelos ares.


Narrador 1: Os dois irmãos que estavm sempe cansado, desta vez correram muito e foram para a casa do toresmo gritando:


Os dois porquinhos: Abra! O lobo está atrás de nós! SOCORRO!

Torresmo: Entrem! E pode deixar que aqui esse lobo não tem vez!

Narrador 2: O lobo chegou todo feliz, pois agora, em vez de dois, teria três suculentos porquinhos para comer.


Narrador 1: e o lobo pôs-se a gritar:

Lobo: Abram logo esta porta! Vocês sabem do que sou capaz!

Torresmo: Não e não, seu lobo! Na minha casinha não o deixarei entrar.

Lobo: Vocês é que pediram, então não reclamem. (lobo sopra e nada acontece)

Torresmo: viu seu lobo? Aqui você não entra!

Narrador 2: O lobo cheio de raiva, tentou entrar na casa de outras maneiras. disfarçou-se de carteiro, mas não conseguiu enganar torresmo.


Narrador 1: tentou convencê-lo de que desitiu. convidou-o para pegar maçãs em um pomar bem perto, mas torresmo, que não era bobo, não caiu na conversa do lobo.

Narrador 2: a raiva do lobo foi aumentando, aumentando, até que ele viu a chaminé e decidiu descer por ela.

Narrador 1: só que ele não contava com a esperteza de Torresmo.

Lobo: Agora vocês não me escapam. (e o lobo cai dentro do caldeirão e começa a gritar muito)

Narrador 2: É mas escaparam sim!

Narrador 1: Porque o lobo caiu dentro de um caldeirão quente.

Narrador 2: Dizem que está correndo até hoje, pela floresta e todo sapecado.

Narrador 1: E nem quer ouvir o nome dos três porquinhos.

Narrador 2: Linguicinha e salsicha aprendera a lição e agora vivem felizes com torresmo sempre a cantar:

Música final:

QUem tem medo do lobo mau,
lobo mau, lobo mau.
QUem tem medo do lobo mau,
Tra lá, lá, lá
Fonte: Grupo Professores Solidários, contribuição de Lilian Amadei

Jogral - O nome do filho de Deus


Todos
Muito antes do Messias
À terra vir habitar
Seu Pai procurou com amor
Um lindo nome lhe dar.

1 - Seu nome será Maravilhoso,
Porque maravilhas ele fará,
Fará prodígios e curas,
Até mortos ressuscitará.

2 - Seu nome será Conselheiro
Porque conselhos dará,
Através de sermões e parábolas
Que ao povo pregará.

3 - Seu nome será Deus Forte
Pois a tudo vencerá
Vencerá até a morte,
Porque ressuscitará.

4 - Seu nome será Príncipe da Paz
Porque a paz pregará.
E quem for pacificador
Bem-aventurado será.

5 - Seu nome será Pai da Eternidade
Porque eterno ele é.
Ele estava no princípio com Deus
Reconciliando o mundo através da fé.

6 - Seu nome será Emanuel,
"Deus Conosco" - quer dizer.
Quem o buscar de coração
Ele pode socorrer.

7 - Seu nome será Cristo
Porque será sofredor,
Será ferido, humilhado
E pregado numa cruz de horror.

Todos
JESUS - é o mais belo nome
Acima de todos está.

domingo, 22 de novembro de 2009

PROJETO NATAL

OLHA QUE LINDO PROJETO RECEBI DE PRESENTE DO BLOG
ESPAÇO EDUCAR DA LIZA.














TEATRO- MULTIPLICAÇÃO DOS PÃES








sábado, 21 de novembro de 2009

COMO EVITAR A DENGUE

INCENTIVOS MONICA


Reunião de pais


Quando a escola chama os pais para uma reunião, ela precisa se preocupar com o que vai ser discutido, deverá conversar com os envolvidos no processo (professores e funcionários) a fim de proporcionar um momento agradável e que sirva de demonstração de como é o dia-a-dia de seu filho.
Tudo deve ser previamente conversado e elaborado com critério.

“Uma escola que proporciona bons momentos aos pais certamente proporciona dias felizes a seus filhos”.

Objetivos:
• Conquistar a confiança dos pais e maior participação destes em todos os momentos que for necessário.
• Discutir as dificuldades, as habilidades e a interação das crianças.
• Mostrar as atividades realizadas pelas crianças e relatar como foram realizadas (interesse e participação da criança).
• Discutir coletivamente as ações pedagógicas (metodologia e proposta pedagógica).
• Discutir ações conjuntas com os pais a fim de sanar as dificuldades das crianças com defasagem na aprendizagem ou problemas de saúde em geral.
• Discutir, sem agredir, os assuntos burocráticos da escola.
• Favorecer momentos de integração entre os pais, professores e funcionários em geral.
• Ser objetivo, claro e responsável ao pedir a colaboração dos pais em qualquer ação da escola.
“Uma escola deve ser atrativa e carinhosa sem deixar de ter atitudes profissionais para ganhar a confiança dos pais e alunos.”
Ações da escola:
Imagine que você realizará uma reunião ainda esta semana. Planeje todos os detalhes desde a chegada até a saída dos pais.
1. Elabore uma pauta para entregar aos pais no momento da reunião para que eles possam acompanhar.
2. Ofereça lápis e papel para que eles possam fazer anotações e melhor esclarecer suas dúvidas no momento oportuno.
Inicie a reunião convidando os pais para fazerem leitura de um pequeno poema.
3. Passe um texto para uma reflexão sobre o relacionamento pais-filho ou organize uma dinâmica de grupo em que todos os pais possam participar e estabelecer contato uns com os outros.
4. Reparta a reunião em três momentos diferentes:
Para discutir questões burocráticas e o que for de interesse de todos, recados em geral.
Momento dedicado para uma dinâmica que envolva todos os pais e alunos presentes.
Momento dedicado ao trabalho pedagógico em que os pais verão as atividades realizadas por seus filhos e conversarão com os professores sobre o seu rendimento, bem como aproveitarão para dar sugestões aos pais de como podem ajudar seus filhos nas tarefas, como acompanhar os avanços e as dificuldades, como lidar com a ansiedade ou a apatia do seu filho, com a preocupação excessiva ou o desinteresse etc. Sugestão para a dinâmica:


Grupo: Esta dinâmica pode ser utilizada com pais de alunos de várias faixas etárias.
Objetivos: Desenvolver o raciocínio lógico, o sentido reflexivo e crítico, de tal maneira que possam tornar-se cidadãos conscientes de seus deveres e direitos.
Comparar diferenças e igualdades.
Tempo: aproximadamente 50 minutos.
Local: sala de aula ou uma sala grande.
Material: papel pardo, fita adesiva, música Peixe vivo, papel sulfite, lápis preto e de cor, borracha, giz de cera, tesourinha etc.
Desenvolvimento:
Faça o desenho de um aquário do tamanho de um papel pardo e fixe-o na lousa.
Coloque a música Peixe vivo para eles ouvirem e peça que cantem juntos...
Entregue aos pais um pedaço de papel sulfite (1/4) e peça-lhes que desenhem um peixinho, como desejarem... (coloque à disposição lápis preto e de cor, borracha, giz de cera, tesourinha etc.) e depois recortem.
Peça que, assim que terminem, vão à lousa e fixem seu peixinho no aquário.
Após todos fixados, peçam para que eles observem o que realizaram e manifestem o que entenderam sobre a atividade. Deixe-os à vontade para falar.
Se necessário, conduza a conversa para o lado da moral, da ética, do respeito às diferenças individuais.
Pergunte: Todos os peixinhos estão iguais?
Por que são diferentes?
Porque todos somos diferentes, temos gostos diferentes, habilidades diferentes, conhecimentos diferentes.
Todos os peixinhos estão indo para mesmo lado? Por quê?
Porque temos objetivos, metas e sonhos diferentes, caminhamos por caminhos diferentes, viemos de famílias diferentes etc.
Mas, apesar de todas essas diferenças, todos são iguais nas suas necessidades de sobrevivência.
Como podemos transferir essas idéias para a vida escolar?
O que o aquário representa?
Quem são os peixinhos?
Como convivermos, sabendo lidar com essas diferenças, em casa e na escola?
E assim por diante, de acordo com o retorno dos pais.
Conclusão:
As dinâmicas na sala de aula têm uma boa aceitação por parte dos pais e facilitam muito a relação escola-pais.
Final da reunião:
Não finalize a reunião sem antes perguntar aos pais se eles têm alguma sugestão para melhorar a escola e como podem fazê-lo.
Agradeça a participação e se possível não os deixe sair sem uma pequena lembrança desse dia.

Fonte: www.eaprender.com.br

HORA DE LARGAR AS FRALDAS(?)


A parceria com os pais é fundamental para que este projeto seja sucesso. É preciso que a criança esteja pronta para isto, o que acontece só por volta dos dois anos. Também é necessário estar atento aos sinais que mostram que seu filho está preparado, como o fato de ele já perceber quando está com vontade de fazer suas necessidades fisiológicas (xixi ou cocô).

RETIRANDO AS FRALDAS NO MOMENTO CERTO

A retirada das fraldas só ocorrerá pouco a pouco, quando a criança começa a perceber que é capaz de controlar certas funções do organismo - entre elas, a do esfíncter que é um músculo do ânus e da bexiga, que, em geral, amadurecem entre os 18 e os 36 meses. Cabe aos pais ou no caso da criança estar na creche, manter a atenção e ficar de olho neste amadurecimento do pequenino.
Pois é exatamente neste período que eles devem começar a ensinar ao bebê a abandonar as fraldas, introduzindo informações sobre o penico e o vaso sanitário, sempre sem deixar transparecer qualquer tom de obrigação e cobrança.
Por isso, recomenda-se iniciar o processo quando ele já tiver mais de dois anos. Porém, cada criança tem o seu "tempo". Respeite-o! Este rítmo deve ser respeitado, pois cada criança tem suas próprias características, personalidades e diferentes tipos de amadurecimento e desenvolvimento.

A escolha do momento certo: o ritual de iniciação

Não se pode treinar uma criança para retirar as fraldas até que ela esteja preparada fisicamente. Porém, assim que ela mostrar sinais de que é capaz (em termos de desenvolvimento) e revelar vontade emocional, aí o processo é bem rápido.
Segundo o site da Johnson & Johnson o processo da retiradadas fraldas deve ter um “ritual de iniciação” que deve ser da seguinte maneira:
• Convém deixar o troninho ou o peniquinho visível e disponível no banheiro durante alguns meses antes do início formal do treinamento, a fim de permitir que seu filho se acostume a se sentar nele e até, ocasionalmente, utilize-o com êxito, o que é um bom começo.
• Repare nos horários em que ele costumava sujar a fralda;
• Acompanhe-o sempre ao banheiro e espere no máximo 10 minutos, sempre tentando não deixá-lo impaciente;
• Caso não aconteça nada, não fique nervoso. É natural e faz parte do aprendizado. Deixe-o voltar aos afazeres e brincadeiras cotidianos, mas repita a tentativa mais tarde.
• Repita este passo a passo, ida a ida ao banheiro, até você notar a evolução de seu pequeno. Quando ele conseguir avisar que quer ir ao banheiro antes que as fraldas apontem para isso, dê os parabéns a ele.
• Do contrário, não o xingue ou repreenda. Se isto ocorrer transformará a ida ao banheiro em uma obrigação só vai piorar o desenvolvimento da criança. E esta deve ser uma fase gostosa e saudável, não é mesmo?
• Em caso de dúvidas, converse com seu pediatra. Ele é a pessoa indicada para responder todas as suas perguntas.
Estudos mostram que muitas crianças que iniciaram o treino para o banheiro antes dos 18 meses não completaram esse processo antes dos quatro anos, enquanto as que começaram por volta dos dois anos estavam totalmente adaptadas antes dos três.
O pediatra norte-americano T. Berry Brazelton, autor de Tirando as Fraldas (Editora Artmed), afirma que a transição da largada das fraldas dificilmente ocorre num passe de mágica. Algumas dicas devem ser levadas em conta neste processo para superar as possíveis dificuldades:
a) Primeiro retira-se a fralda diurna (depois que a criança estiver pronta, será o processo do noturno).
b) Mantenha o peniquinho sempre no mesmo lugar, de preferência no banheiro.
c) Observe os horários que seu filho faz cocô ou xixi e lembre-se de levá-lo ao banheiro nesses momentos. Também pergunte-o, mais ou menos a cada duas horas, se ele precisa ir fazer xixi. Observe se ele está "dançando" ou fechando as perninhas ou segurando as genitais com a mão. Este é um sinal de que ele está apertado, mas não quer deixar a brincadeira para depois.
d)Elogios são fundamentais neste momento, porém não exagere.

e) Não imponha punições, pois estas podem assustar e causar transtornos físicos, como a constipação como afirmam alguns pediatras. A melhor maneira é incentição. Acidentes são inevitáveis, mas serão poucos, se seu filho estiver preparado para se controlar. Lembre-se sempre de elogiar os esforços e as tentativas corretas e, quando ele falhar, mostre novamente a ele, com delicadeza, para que serve o peniquinho. Troque-o e não faça estardalhaço. Uma reação negativa pode deixá-lo ressentido e sem vontade de tentar de novo.
f) Algumas crianças ficam tão preocupadas com o destino do seu "produto", que relutam em abrir mão de fazer o cocô na fralda porque sofrem quando ele vai embora. Enquanto isso, deixe-a fazer na fralda, mas mostre qual é o lugar adequado do cocô, esvaziando a fralda no vaso. Se for preciso, faça um tchau, para a situação ficar mais divertida.
g) Se você acha que seu filho está pronto (e você também é claro!), chegou a hora
Finalmente, largar as fraldas e aprender a usar a privada não é tarefa fácil, nem para as crianças nem para os pais e muito menos para os professores. Essa é uma fase que envolve planejamentos e mudanças na rotina - afinal, ter de mandar dez cuecas ou calcinhas e dez shorts por dia para a escola do filho não é atividade corriqueira…
Especialistas advertem: os pais não devem pressionar os filhos a largar as fraldas. Afinal, tudo tem seu tempo. Mas eles devem preparar as crianças para esse momento.Os especialistas concordam que a retirada deve ser iniciada, no mínimo, quando a criança tiver o poder de locomoção e fala — ainda que sejam palavras básicas. A criança precisa saber pedir para ir ao banheiro ou avisar que está ‘‘suja’’ aos pais. Afirmam os pediatras. A partir desse momento, os pais ou as ‘‘tias’’ da escola podem iniciar o treinamento.
Portanto, pais e professores, estaremos sempre a postos a este processo que poderá ou não ser demorado, porém, terá de ser feito. Contamos com todos neste momento.

FONTES:

http://vilamulher.terra.com.br/mae-filhos-familia/materia/bebes/79-largar-a-fralda-qual-o-momento-certo.html

http://cybelemeyer.blogspot.com/2007/10/largar-as-fraldas-existe-um-tempo-certo.html

http://www1.folha.uol.com.br/folha/publifolha/ult10037u376399.shtml

http://www.ebb.com.br/mostrar_dica.php?ref=682

http://www.paisefilhos.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=1169&Itemid=63

BIBLIOGRAFIA

BRAZELTON. T. B, SPARROW. J. D. , Criança e a Higiene - Editorial Presença:2004
CHARLAT. B, Cocô no Trono, Editora: Companhia das Letrinhas:2006

GRIFFEY. H, Guia Passo a Passo para os Pais: Seu Filho de 2 a 3 anos
Editora: Publifolha, 2004